Terminais do Porto Brasil Sul seguirão normas de segurança de padrão mundial

Todos os sete terminais projetados para o Porto Brasil Sul, a ser instalado em São Francisco do Sul, seguirão normas e diretrizes de segurança e padrões semelhantes aos utilizados atualmente em instalações similares ao redor do mundo.

    Como exemplo, o terminal de fertilizantes contará com equipamentos de despoeiramento com filtros de manga em todas as transferências para evitar a formação de pó. Também terá equipamentos para a descarga de fertilizantes no píer com moegas contra pó e uso de caçambas blindadas que se encaixam perfeitamente e evitam derrames.
Haverá coleta de águas pluviais com caixas de retenção para evitar descarga de águas com fertilizante no estuário, bem como o uso de equipamento antipó no interior dos armazéns e estações de limpeza das carretas antes de saírem do terminal. Com isto, a operação do terminal de fertilizantes será segura e eficiente, tanto do ponto de vista econômico como ambiental, garantindo a tranquilidade dos moradores da região.
Os terminais do Porto Brasil Sul contarão com estações de tratamento de esgotos (ETE) e de efluentes líquidos (ETEL), , dentro dos mais modernos conceitos de saúde e segurança existentes.
Conforme planejado pela WP, os primeiros terminais a operar  serão os de contêineres e veículos. Também haverão terminais dedicados à  cargas gerais, granéis, líquidos e gás, além de fertilizantes.
“O Porto Brasil Sul foi projetado como uma unidade autônoma, concebida nos padrões de excelência mundial para minimizar os impactos ao meio ambiente. Dentro deste conceito, os nossos técnicos buscaram as melhores práticas de segurança e respeito ao meio ambiente aplicadas hoje no Brasil e exterior”, enfatiza Marcus Barbosa, diretor da WP

O Porto Brasil Sul

O Porto Brasil Sul será instalado na região da Ponta do Sumidouro, com o objetivo de se tornar o quinto maior porto multicargas do País, dispondo de oito berços de atracação, com movimentação projetada 20 milhões de toneladas/ano. Atualmente, o Estudo de Impacto Ambiente (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) estão sob análise dos técnicos da Fundação de Meio Ambiente (Fatma).
O empreendimento foi desenvolvido dentro do conceito de um Hub Port – porto concentrador de cargas e de linhas de navegação – do Mercosul, com capacidade para receber, e após adequações necessárias no canal de acesso, navios da classe Post Panamax, as maiores embarcações de carga do mundo, com até 18 mil TEUs e 220 mil toneladas.
Durante o período de obras, que levará entre cinco e seis anos, serão gerados cerca de 2,4 mil empregos diretos. E quando o porto estiver em total operação serão gerados cerca 3 mil empregos diretos.